O que Pedra Azul compra de outros países
Importações das empresas da cidade, por produto e por país de origem, com os números oficiais do governo.
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas de Pedra Azul compraram US$ 117,1 mil de outros países. É 21% a menos do que nos 12 meses anteriores, quando foram US$ 148,3 mil.
Dados oficiais do governo até setembro de 2026. Os meses mais recentes ainda podem ser revistos, e a fonte pode ter atraso ou erro.
Entre as 378 cidades de Minas Gerais que importaram, Pedra Azul ficou em 237º lugar. No Brasil, em 1.788º entre 2.567.
Ver o ranking de importaçõesTodos os produtos (1)
Nos últimos 12 meses. Toque em um produto para ver de onde ele vem.
- 1Zircónio e suas obras, incluídos os desperdícios, resíduos e sucata3 toneladasUS$ 117,1 mil100%
Todos os países (1)
Nos últimos 12 meses. Toque em um país para ver o que vem de lá.
- 1ÍndiaUS$ 117,1 mil100%
Mês a mês
Valor comprado em cada um dos últimos 24 meses. Passe o dedo ou o mouse numa barra para ver o mês.
Ano a ano
- 2021US$ 224 mil
- 2022US$ 209,5 mil
- 2023US$ 276,6 mil
- 2024US$ 1.114
- 2025US$ 148,3 mil
- 2026 (até setembro)US$ 117,1 mil
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
Perguntas sobre as importações de Pedra Azul
Quanto Pedra Azul importa?
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas com endereço fiscal em Pedra Azul (MG) compraram US$ 117,1 mil de outros países: 1 produto, de 1 país.
O que Pedra Azul mais importa?
Nos últimos 12 meses, os produtos mais comprados foram Zircónio e suas obras, incluídos os desperdícios, resíduos e sucata (100%).
De quais países Pedra Azul mais importa?
Nos últimos 12 meses, as principais origens foram Índia (100%).
Por que esse valor pode ser diferente do que a cidade consome?
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.